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Muxagat

Muxagat

Neto de Fernando Nicolau de Almeida, criador do mítico Barca Velha, e filho de João Nicolau de Almeida, um dos mais brilhantes enólogos portugueses da atualidade – ou seja, duas personalidades intrinsecamente ligadas à história do vinho português –, o jovem Mateus Nicolau de Almeida comprovou que o DNA, no seu caso, tem muita força. Mateus é a mais nova estrela do cenário vitivinícola luso. Foi nomeado “Produtor Revelação de 2013” no concurso Melhores do Ano da revista Wine. Seus vinhos “mostram hoje um caráter e autenticidade que o separam da maioria dos produtores do Douro”, escreveu a publicação.

Mateus nasceu no Porto, cursou enologia em Bordeaux e trabalhou em diversos países, entre eles Espanha, Estados Unidos, Chile e Argentina, antes de criar, em 2003, seu primeiro vinho em Muxagata, uma pequena vila que acabou inspirando o nome deste projeto pessoal. Seus tintos e brancos transbordam personalidade, em parte por causa dos vinhedos plantados em diferentes altitudes nas encostas de solo xistoso e granítico do Vale do Douro, na sub região do Douro Superior, próximo à fronteira com a Espanha – zona agreste e reconhecida pela surpreendente finesse que entrega aos vinhos.

O rendimento é baixíssimo e a produção, muito limitada – do Mux tinto (que passou a se chamar Muxagat na colheita 2011) são elaboradas cerca de 16 mil garrafas apenas, do Mux Branco, 12 mil. Mateus adota uma agricultura não-intervencionista, sem emprego de fertilizantes, pesticidas ou outro produto químico ou sintético, e uma filosofia minimalista de vinificação. A maturação dos tintos acontece em barricas usadas e, antes do engarrafamento, o vinho afina em cubas de cimento.

Não admira que o talento desse jovem enólogo chame a atenção dos mais rigorosos críticos nacionais e internacionais, resultando em uma sucessão recente de prêmios e elogios. Mark Squires, que avalia os exemplares portugueses para Robert Parker, considera os vinhos da Muxagat “impressionantes e interessantes”. Para ele, o Mux Branco tem ajudado a conferir uma nova dimensão aos brancos durienses. Joshua Greene, editorda revista Wine & Spirits, apontou o Muxagat Tinto 2011 entre os 50 melhores vinhos portugueses para os EUA e ainda incluiu a Muxagat no seu Buying Guide 2014, como uma das “Wineries to Watch”, ou seja “para ficar de olho” – foi o único produtor português presente na rigorosa seleção. Sem dúvida, os apreciadores de vinho, especialmente do estilo Velho Mundo, devem seguir as criações de Mateus Nicolau de Almeida, que ainda vão dar muito o que falar – e muito prazer a quem tiver a chance de prová-las.

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