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Quinta da Touriga-Chã

Douro

Quinta da Touriga-Chã

Apesar de ser um jovem produtor, Jorge Rosas não é um novato no mundo dos vinhos. Sua linhagem tem a chancela Ramos Pinto – é bisneto de António Ramos Pinto, irmão e sócio de Adriano, fundador da se - cular casa de Vinho do Porto. Seu pai, José António Ramos Pinto Rosas é outra figura respeitada, entrou para a história como o “Papa do Douro”.

Jorge Rosas cresceu entre os socalcos xistosos e herdou, em 1996, a Quinta da Touriga, uma propriedade na subregião do Douro Superior. Os 10 hectares de vinhedos haviam sido plantados pelo pai, que ambicionava fazer no antigo monte abandonado, adquirido no início dos anos 1990, sua “quinta perfeita”. José António foi visionário ao apostar no Douro Superior e ao plantar grande parte dos vinhedos (80%) com a casta Touriga Nacional (vem daí o nome do projeto), que naquela época ainda não tinha o prestígio de agora. Jorge deu continuidade ao sonho do pai, produzindo a partir da colheita 2001 um tinto excepcional.

O Quinta da Touriga Chã 2011 foi classificado em 4º lugar no ranking Top Ten Vinhos Portugueses da Essência do Vinho 2014 e ainda mereceu o título de Melhor Tinto no 3º. Concurso de Vinhos do Douro Superior, ficando à frente de grandes ícones da enologia portuguesa. A especialistabritânica Jancis Robinson também recomendou o vinho na sua seleção de tintosdurienses da safra 2011. Elaborado com Touriga Nacional (80%) e Touriga Franca (20%), é um tinto intenso, volumoso e vibrante, com uma finesse surpreendente.Pode ser apreciado jovem, mas também promete envelhecer lindamente. Em uma degustação de tintos de dez anos de idade realizada em fevereiro de 2014 pela Revista de Vinhos, o Quinta da Touriga Chã 2004 ganhou 18 pontos em uma escala de 20 pontos. O tinto Puro, segundo vinho de Jorge Rosas, foi concebido em home - nagem ao bisavô António Ramos Pinto, e espelha uma filosofia não-intervencionista de produção. “É um tinto acessível no estilo e absolutamente consensual porque está difícil resistir-lhe”, definiu o críticoJoão Paulo Martins sobre a safra 2011.

Perfeccionista, Jorge Rosas vem se destacando safra após safra como um nome forte no panorama do vinho português, assinando vinhos de pequena produção e cheios de complexidade e caráter.